sábado, 14 de fevereiro de 2015

Momenttum!

Há alguns dias estive  fazendo um treinamento. Pra falar a verdade exatamente agora faz uma semana de que saí de lá, mas não tinha concluído....
E o resultado deste treinamento é que eu me encontro muito feliz! Feliz ao extremo... E mesmo assim, estou vendo cada vez mais longe, e vejo que estarei muito mais feliz a cada novo dia. Viverei um dia de cada vez, pois o presente é o meu presente valioso!!! Excelente!!

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Apresentação de um perfil

25 anos e o que eu aprendi?

Não tenho tanquinho, já pratiquei esportes pra perder a barriga, já exercitei a paciência e fiquei sem ela. Gostei do que vi, e sei o que pretendo alcançar.

Maturidade é isso? Não sei exatamente o que quer dizer ser maduro, acho que tem algo a ver com responsabilidades, saber a hora de falar e a hora de não falar. Estar esperto, sem se preocupar. Acontece que um pouco disso tudo eu sei, mas quando se trata de me relacionar com outras pessoas, fico travado, tento ser galante, não sei ser fuleiro.

Gosto das pessoas sinceras, preciso conversar, um carinho às vezes cai bem. Como a letra da música, tenho meus desejos e planos secretos, mas não abro mesmo pra ninguém. Não há um alguém para eu contar tudo, sinceramente, não tenho esperanças de algo acontecer, não até o final da faculdade, apesar de achar que está na hora de me amarrar, mas ainda não é a hora. Tenho que ter minha casa própria, um lugar seguro, só meu, e não um lugar pra onde tenho de voltar. Vamos seguindo e ver no que vai dar... 

Apresentando-me, 25 anos, romântico, bobo, sincero, e às vezes babaca. Minto às vezes, mas como diz Dr. House, todos mentem. Tenho meus demônios e pecados e quem não tem. Gosto dos meus amigos, dou um valor maior do que têm, eu sei. E não reclamo que não recebo o valor de ninguém. Passo muitas horas do dia pensando e poucas fazendo algo pra mudar, mas enfim mudar pra quê, deixa assim como está, se for pra melhorar, um dia acontecerá.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Transformar Verbo em melodia.

Qual a magia, pra fazer o verbo bruto, pra tirar do tédio a melodia. Como é bom ter mais sorte que juízo, e esquecer que aquilo que eu domino não é domínio de ninguém. Sei que se fosse fazer canção, de nada adiantaria ouvir o coração que só faz "Tum- Tum - de vez enquando - Bum"... Se eu fosse escolher uma forma de fazer, colocaria notas musicais e veria o que saíria. Imagina só o coração bater e sair uma canção como aquela que você adora?
Pra mim acho que seria algo mais ou menos assim:
Apaixonado - Hoje a noite não tem luar;
Esperançoso - Metal contra as nuvens;
Perdendo as esperanças - L'aventura;
Vendo algo bonito - Tocaria Giz, só por ser a canção mais bonita.
Com adrenalina - Tocaria Sereníssima

Mas como fazer para construir minha própria canção?

Acho que não existe uma receita, seguimos o que sentimos, como por exemplo, quando minha sobrinha não dormia, peguei o violão, fiz uma simples nota e um arranjo saiu. Pronto a canção de ninar. Ela ficava nervosa, eu tocava pra ela e logo ela dormia. Pena que ela cresceu e hoje não funciona mais aquela canção. hahaha

Ou quando, apaixonado eu compus um blues, pois não era correspondido, falando como era difícil lidar com aquela situação, a morte do Amigão, meu cachorro que me acompanhou por uma saga de 14 anos, mais tempo do que levou para concluir Friends, uma das minhas séries prediletas, entre outras mudanças tão importantes daquele tempo. O fim da escola foi triste, compus poema, com versos em trova, e que ficou sensacional, pena ter perdido o caderno.

Enfim, transformar o verbo em melodia, pode ser tão simples como escrever, tão difícil como criar, mas é mais fácil arriscar do que perder tempo e nada fazer....

As notas da canção.

Dó.

Ah ode à uma musa, dó de ti tive um dia quando a luz que ardia nos olhos teus não era minha. Canções eu fiz pra ti, iluminado pelo sol, inspirado pelo entardecer, que por trás de árvores eu via. Ó doce musa, como eu sentia, um eterno agradecimento por ter tido o nascimento na mesma época em que tu vivia.

Ré.

Reuni a coragem de dizer-te o que sentia, tu me deste a mão, olhos encheram-se de emoção, mas da garganta as palavras não saiam. Dois passos atrás, meus olhos opacos, nervosos, tensos e nada resolvia. Ré, andar pra trás, um passo, para tentar dois mais, foi quando consegui, disse pra ti tudo que sentia. Ó musa, a ode que te fiz.

Mi.

Minimamente, você demonstrou alguma emoção, se sentia, sabia ou não, mas naquele momento definitivamente só você no meu mundo existia. Gostei deste instante de magia...

Sol.

Sol foi baixando, a noite chegando e eu sozinho fui deixado. Decepcionado, preocupado, chateado, mas com esperança, afinal o egoísmo do amor é ignorar todos os sentimentos com que me envolvia.

Lá.

De longe a musa me via, ria às minhas costas, de como eu me atrevia a escrever ode tão triste, mas que muito do romance eu pretendia. Triste foi o desfecho, pois lá longe onde eu a via, também um capataz aparecia. Ó musa, tu irei defender dos malfeitores da estância que seu pai possui.

Si.

Sinceramente não sei o que deu em mim, apaguei e somente recobrei consciência do que fazia quando a luta acabava e os peões caíam, a Ode foi abandonada e a coragem é quem reinava. Eu lutei bravamente, pelo menos me pareceu, e se não fosse esse momento, contigo não ficaria. Simplesmente o soneto resumiu em ação e em si esqueceu a poesia.


Curtam aí, compartilhem, se gostarem, se não gostarem.... sei lá... desculpem fazer perder seu tempo.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Tempos modernos

Vivemos um tempo vulgar.

Digamos que estou aqui escrevendo, um monte de bobagens, digamos que sou um abobado, mas vamos ao que eu quero tentar dizer.

Seres humanos precisam aparecer, nem sempre por grandes feitos, mas pelos menores, inclusive, sem feito nenhum. É normal querer aparecer, eu quero, e quem não quer?

Temos um pseudo pensador aqui deste lado querendo falar pra você de o que é estar em foco. E Assim quero começar. Quis aparecer montando uma rede social, tinha o Orkut, tinha o msn e aquele foi um tempo bem feliz. No facebook só publicava no perfil frases românticas, porque estava na juventude, aquela época mágica de amar todo mundo, não ter nenhum motivo pra detestar, mentira! Detestava todos que apareciam mais do que eu. Cresci, comecei a detestar quem eu considerava idiota, e são muitos. às vezes até publico na rede social do momento que será eterna, algumas frases de expressão da contrariedade.

Pra que serve o facebook senão para um muro de lamentações, indicação de filmes e músicas, expressão vulgar de felicidade, e outros tipos de manifestações que não precisamos exibir?

Então tentei resolver esse dilema pensando em que os outros publicam e no que eu publico, e nos comentários que surgem depois de cada publicação. Vejamos então, nada aponta pra que serve o facebook, pois é uma rede social e nem todo mundo quer montar novos amigos nessa rede, então quebra-se tornando-se em uma rede particular. Qual o fim, então?

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Educação

Num país onde a gente reclama que a educação nas escolas não é o suficiente, não podemos deixar de observar outros pontos. Por afinidade vou falar sobre o atendimento ao público.
Há 8 anos comecei a trabalhar, sempre trabalhando com público, desde os mais pobres, aos mais ricos. Primeiramente comecei a trabalhar oferecendo vagas de estudos numa escola profissionalizante. Nessas ofertas tinham boas promoções, e quanto mais pobre, mais generosa a pessoa era, isto naquela época. Quando chegava nos bairros mais simples tinha uma desconfiança sobre a procedência e a maneira como as pessoas levavam a vida, meu grupo e eu realmente tínhamos medo de entrar em tais bairros, mas ou por sorte, ou por consciência dos moradores, nunca tivemos problemas ao percorrer nossos percursos. Lembro de uma vez que um amigo estava com sede e eu com muita vontade de usar o banheiro, e sim tivemos que pedir num bairro destes. Fomos super bem atendidos por uma senhora, ela deu água quase quente, pois não tinha geladeira, e também pudemos usar o banheiro na residência dela, ela possuía um neto por volta dos 10 anos que tinha vontade de mexer em computadores, convidei-os a comparecer na escola até o fim de semana. No dia seguinte quando cheguei na escola, eles estavam lá, sentei com a diretora e conversei sobre a possibilidade de o garoto ganhar uma bolsa de estudos. Para felicitações ela deu uma bolsa para o menino, hoje ele me agradece a oportunidade. E me recordo que também uma vez me dirigi até um bairro rico, onde passando pelo mesmo problema, tive vontade de usar o banheiro e não conseguia encontrar ninguém em casa, até que encontrei em uma residência uma senhora que bateu a porta na minha cara. Ainda bem que a empregada do vizinho da frente foi mais educada, pois teria que urinar atrás da árvore.

Então foi quando eu percebi que Educação vem de casa, pode-se ter uma vida muito humilde, e ser muito bem educado, ou ter uma vida muito cheia de coisas boas, e não se ter educação nenhuma. Mas não cheguei onde queria.

Há 5 anos

Crítica ao Estado e como somos tratados

Uma pequena reflexão pela manhã. Passando em frente à UFRGS e lembrando como é a PUCRS, sinto-me um refém da universidade. Devíamos ter contato com as sociedades de maneira universal, mas porque então nós não temos o campus aberto, como em qualquer outro lugar do mundo. 
Chego então à conclusão de que nosso status universidade, trata-se apenas de rótulo, afinal o contato fácil com pessoas da nossa comunidade se dá "entre grades" (muros e cercas). Reflexo de um sistema capitalista ainda jovem, frágil e em processo de falência. Pois onde na base da comunidade não se educa para criar maturidade, nunca haverá um auge/ápice de um sistema.
Precisamos viver rodeados de grades, pois somos preparados para uma não evolução... E alguns privilegiados tem essa clara compreensão, mas estes também minoria o são.

Se o Estado não fornece educação, ele não fornece segurança, se um estado não oferece saúde, ele não oferece segurança. Se o estado não oferece educação ele não oferece saúde. Tudo está ligado à educação, e o Estado só irá evoluir quando garantir qualidade na educação, garantindo assim um futuro e uma certa evolução.